quarta-feira, 16 de maio de 2012

Top 10: as casas mais devassadas do mundo



Sem medo dos vizinhos, contato com a natureza ou pura beleza – seja qual for o motivo, algumas casas de vidro são tão devassadas que revelam a rotina de seus moradores. Liberte seu voyeurismo e espie abaixo algumas das residências mais transparentes — e dos donos mais exibicionistas — de todo o mundo.

1. Casa Farnsworth, Estados Unidos, 1945
Mies van der Rohe se apoiou na simplicidade das linhas e na transparência contínua para fazer a casa Farnsworth, o retiro de fim de semana de Edith Farnsworth, em Illinois. O arquiteto alemão desenhou um volume de vidro que flutua sobre a paisagem para abolir contrastes entre a construção e o entorno.
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2. Casa de vidro de Philip Johnson, Estados Unidos, 1949
A paisagem verde de Connecticut é o papel de parede perfeito para a casa de vidro projetada pelo norte-americano Philip Johnson. O arquiteto construiu sua próprio morada como uma homenagem ao projeto de Mies van der Rohe — a reverência é tamanha que até mesmo o mobiliário da casa leva a assinatura do mestre, como a icônica linha Barcelona (1929) que está no living.
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3. Casa Jodlowa, Polônia, 2009
Não bastasse ter as duas faces envidraçadas em todo o comprimento, o escritório PCKO construiu uma torre de cinco andares, quase oculta pelas frondosas árvores, para oferecer aos moradores uma vista panorâmica das montanhas da Cracóvia.
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4. Residência Sebastopol, Estados Unidos, 2009
A madeira de cedro reveste a fachada modular da residência de um casal na Califórnia. Como os proprietários são designers, o estúdio Turnbull Griffin Haesloop Architects montou um projeto simples e atento à natureza. As paredes são de drywall e o forro é montado com compensado, para que os detalhes privilegiem a integração com o vale.
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5. Casa Lake Lugano, Itália, 2010
As formas arredondadas montam o pavilhão de vidro no terreno às margens do lago que batiza a cidade italiana. Além de deixar a área social exposta para o jardim, mas protegida pelo muro da casa, o design do JM Architecture dá atenção especial aos aspectos ambientais: há sistema de coleta de água da chuva; uso de energia geotérmica, que aproveita o calor que sobe pela terra; e isolamento com gás argônio, que otimiza a eficiência térmica no espaço.
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6. Estufa de vidro, Suécia, 2011
As portas trancam, ao mesmo tempo, a casinha de concreto e o jardim do lado de dentro. Isso acontece porque uma família vive dentro de uma estufa na gelada Träslövsläge, uma vila rural que fica no sul da Suécia. A estrutura envidraçada não foi escolhida apenas pela sua bela forma, mas também por seu calor — o escritório Unit Arkitektur AB fez com que o espaço interno tivesse o mesmo clima ameno de Sevilha, na Espanha.
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7. Casa Na, Japão, 2011
O cubo de vidro parece uma caixa de bonecas quando vista de uma pacata rua na capital de Tóquio. O projeto do Sou Fujimoto Architects propõe uma divertida divisão de espaços e andares ao desenhar pequenos nichos de convivência unidos por escadas de madeira.
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8. Casa de vidro conceito, Itália, 2011
O arquiteto Carlo Santambrogio e o designer Enio Arosio – o duo por trás do Santambrogiomilano - usaram o vidro para erguer as paredes, os pisos, as escadas e até os móveis desta casa de campo — apenas o colchão e os utensílios domésticos são feitos de “materiais convencionais”.
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9. Casa Rieteiland, Holanda, 2011
O arquiteto Hans van Heeswijk projetou sua casa para fazer com que todos os cômodos ficassem visíveis, inclusive do lado de fora, já que três lados da residência se debruçam nos canais de Amsterdam — apenas a fachada da casa é coberta por placas de alumínio.
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10. Villa Roces, Bélgica, 2012
Em Bruges, a casa de 50 m de extensão é isolada por um muro alto nos fundos e uma piscina subterrânea na frente do terreno. A intenção do projeto de Govaert & Vanhoutte é atender à falta de luz e reforçar a presença da floresta como pano de fundo dos espaços.
Fonte: www.clicrbs.com.br

Pedreira abandonada na China será transformada em hotel de luxo com cascata artificial


Projeto do escritório Atkins, o Intercontinental Shimao Hotel deve ser inaugurado em 2015 no distrito de Songjiang, em Xangai na China

Uma pedreira abandonada no distrito de Songjiang, em Xangai na China, será transformada em um complexo hoteleiro de luxo de 19 andares com direito a uma cascata artificial na fachada. Projetado e desenvolvido pelo escritório Atkins, o resort deve abrir ao público em 2015.
Divulgação
Desde março de 2012, operários trabalham na construção do Intercontinental Shimao Hotel dentro de um poço de 100 metros de profundidade. Alguns andares do empreendimento ficarão sob o nível da água e um dos restaurantes do resort será submarino. Além da cascata artificial, também será feito um lago.
Divulgação
"O Atikins está fornecendo serviços de arquitetura, engenharia civil e de estrutura para esse resort de lazer na China, que terá instalações para esportes radicais, centro de visitantes e um hotel de luxo cinco estrelas", explica a assessora de comunicação do escritório, Becky Edwards.
Divulgação
De acordo com Becky, a sustentabilidade teve papel fundamental na criação do hotel. "Nosso design inclui o uso de coberturas verde e aproveitamento do calor geotérmico do local para gerar eletricidade e aquecimento. A face da rocha existente será incorporada a um átrio com iluminação natural", explica ela.
A diária na suíte padrão do Intercontinental Shimao Hotel deve custar U$ 320 (cerca de R$ 640).

Fotos aéreas revelam extremos da paisagem da Islândia


País tem de vulcões e águas termais a enormes geleiras.


Imagens feitas a quase 3 mil metros de altura pelo casal de fotógrafos Erlend e Orsolya Haarberg revelam os extremos da paisagem da Islândia.
Para fotografar de vulcões e águas termais à maior geleira da Europa, os dois escalaram montanhas, enfrentaram terrenos difíceis e viajaram em uma pequena aeronave.
'Tivemos de esperar dois meses por um dia que não estivesse nublado ou com chuva. Então, quando acordamos e vimos o sol, sabíamos que tínhamos que voar o mais rapidamente possível, antes que o tempo virasse', disse Orsolya, que é norueguesa.
Seu marido Erlend tirou as fotografias aéreas, enquanto ela guiava o piloto do fundo do avião. Em cinco horas no ar, eles cobriram o país inteiro.
'Foi uma programação apertada. Num minuto, estávamos fotografando uma erupção no vulcão Eyjafjallajökull, no próximo, estávamos sobrevoando a maior geleira da Europa, Vatnajökull.'
Relâmpagos em meio a uma nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull (Foto: Haarberg Photography/Barcroft Media)Relâmpagos em meio a uma nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull (Foto: Haarberg Photography/Barcroft Media)
O casal diz que tenta mostrar a Islândia de um ângulo que normalmente não é visto pelos turistas.
'As pessoas ficam impressionadas pelas imagens aéreas abstratas, provavelmente porque elas são quase alienígenas', diz Orsolya, que junto com o marido, acaba de publicar um livro de fotografias - Iceland: Land of Contrast (ou Islândia: Terra de Contrastes) - para documentar suas viagens pela Islândia.
Rio sinuoso cruza a praia de areias cinzas de Landeyjarsandur (Foto: Haarberg Photography/Barcroft Media) 
Rio sinuoso cruza a praia de areias cinzas de Landeyjarsandur (Foto: Haarberg Photography/Barcroft Media)

Telescópio registra a mais detalhada imagem da galáxia Centaurus A



Imagem foi produzida em observatório espacial chileno com um tempo total de exposição de mais de 50 horas


Telescópio registra a mais detalhada imagem da galáxia Centaurus A ESO/Divulgação
Imagem permite apreciar a natureza elíptica da galáxia, que aparece na forma alongada das regiões exteriores mais tênues Foto: ESO / Divulgação
O Observatório Europeu do Sul (ESO) divulgou nesta quarta-feira aquela que é provavelmente a imagem mais detalhada da estranha galáxia Centaurus A. O registro foi realizado com um tempo total de exposição de mais de 50 horas. A imagem foi produzida com um instrumento montado em telescópio no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.

Centaurus A é uma galáxia elíptica peculiar de grande massa com um buraco negro supermassivo no centro. Situa-se a cerca de 12 milhões de anos-luz de distância na constelação do Centauro e distingue-se por ser a rádio galáxia mais forte do céu.

Os astrônomos pensam que o núcleo brilhante, a forte emissão rádio e os jatos da Centaurus A são produzidos por um buraco negro central com uma massa de cerca de 100 milhões de vezes a massa do Sol. A matéria situada na regiões centrais densas da galáxia liberta enormes quantidades de energia à medida que cai em direção ao buraco negro.

A imagem permite apreciar a natureza elíptica da galáxia, que aparece na forma alongada das regiões exteriores mais tênues. O brilho que enche a maior parte da imagem vem de centenas de bilhões de estrelas velhas e frias. Diferente da maioria das galáxias elípticas, a forma homogênea da Centaurus A é perturbada por uma faixa larga e "remendada" de material escuro, que obscurece o centro da galáxia. As informações são do ESO.
Fonte: ZERO HORA

terça-feira, 15 de maio de 2012

Paris e a cidade luz obscura


A Capital mórbida, que poucos conhecem, tem passeios pelos esgotos, pedras ancestrais e túmulos centenários


Paris e a cidade luz obscura Ver Descrição/Agencia RBS
A entrada das catacumbas fica na praça Denfert-Rochereau Foto: Ver Descrição / Agencia RBS
André Mags

O francês é um relações públicas. É só reparar. Tem um riozinho passando em um lugarejo, ele vai lá, coloca uma ponte, uns barquinhos, bancos e, quem sabe, até uma praia artificial. Tem uma história sobre Napoleão ter parado ali por cinco minutos para descansar sob uma árvore. Então, o francês ergue um monumento comemorativo.

Paris é isso. Ao quadrado. Não basta ter Torre Eiffel, Museu do Louvre, Jardim de Luxemburgo e Catedral de Notre-Dame, pontos turísticos visualmente identificáveis. É
preciso renovar. E como é impensável mexer nesses monumentos, parte-se para a propaganda de atrações alternativas.

A sub-Paris vive o auge de sua divulgação. Pelas ruas, meninos distribuem folhetos sobre uma estupenda visita aos dutos de esgoto parisienses, na zona do imponente e prestigiado Museu D’Orsay. A mesma garotada serve de guia na atração.

Em três pontos distintos da cidade, cemitérios atraem multidões para conhecer os túmulos de seus ilustres inquilinos – Jim Morrison, Edith Piaf, Charles Baudelaire, Serge Gainsbourg e uma tropa de celebridades.

Perto do Cemitério de Montparnasse, uma enorme fila se forma em frente à entrada das catacumbas. Em frente à Catedral de Notre-Dame, um buraco leva aos vestígios romanos de Paris. É assim que, debaixo da terra, a capital francesa diversifica o seu negócio. O cliente, nesse caso, é diferente.

Ele vai porque quer, e não por sentir a obrigação de fotografar o Arco do Triunfo, ver a Monalisa ou subir na Torre Eiffel.

Império da morte
Primeiro, os avisos. Aos cardíacos: fortes emoções. No início, pode ser. Para quem se aflige com fantasmas, as pernas podem tremer ao se deparar com a placa com os dizeres: “Pare. É aqui o império da morte”.

A entrada das catacumbas fica na praça Denfert-Rochereau. A sua concepção começou em 1785, quando o Cemitério dos Inocentes lotou e doenças se espalharam. Em 1814, a prefeitura levou para as catacumbas os restos de diversos cemitérios.

Resultado: no local há 6 milhões de almas penadas representadas
em metódicos arranjos de ossos. Caveiras, costelas e clavículas, montadas artisticamente.


Mortos ilustres
Jim Morrison recebe mais visitas do que você, mesmo morto há 36 anos. A morada do cantor da banda The Doors fica no Cemitério Père-Lachaise, leste de Paris. É uma lápide humilde, com a frase em grego: Kata Ton Daimona Eaytoy, traduzida no grego moderno (“o espírito divino está em mim”) e no arcaico (“o diabo está no meu interior”).

São também bastante visitados os túmulos do escritor Oscar Wilde, da cantora Edith Piaf, do compositor Frédéric Chopin, entre outros. Menor, o Cemitério de Montparnasse tem em seu elenco o poeta Charles Baudelaire, o dramaturgo Samuel Beckett, o filósofo Jean-Paul Sartre e a romancista Simone de Beauvoir.

Há ainda o Cemitério de Montmartre, construído em 1825. Entre os astros, os escritores Alexandre Dumas Filho, Stendhal e Émile Zola, o cineasta François Truffaut e a popular cantora Dalida.


Foto: André Mags


Os esgotos
Ainda pouco procurados, os esgotos têm infraestrutura para agradar aos turistas. Guias bem-humorados, plaquinhas explicativas, flechas e, claro, além da luz, uma lojinha no fim do túnel. O que comprar na lojinha dos esgotos? Um adorável ratinho de pelúcia, símbolo fofo de um lugar fedorento.

Porque esgoto que é esgoto, fede. E o visitante sentirá isso ao entrar no primeiro grande duto. Ao longo do trajeto há explicações sobre como a cidade foi saneada. A parte histórica fala de uma cidadela minúscula na Idade Média, que descartava seus dejetos nas ruas e se tornou obcecada em resolver essa situação.


Foto: André Mags
Fonte: www.clicrbs.com.br

Artista consegue fazer ao mesmo tempo um desenho diferente com cada mão



Um artista norte-americano consegue um feito incrível. Ele desenha usando as duas mãos ao mesmo tempo, e simultaneamente faz uma figura diferente com cada uma delas.
Xiaonan Sun, de 20 anos, bota no papel os rostos dos atores Morgan Freeman e Tim Robbins - uma homenagem ao filme Um Sonho de Liberdade, um dos favoritos do desenhista, conforme o OddityCentral. Na sua destreza ele troca de mão em cada desenho, cruza os lápis e faz malabarismo nos traços.
É muito talento! Eu mal consigo fazer movimentos diferentes com cada mão, e muito menos desenhar, mesmo usando as duas na mesma figura!!
No entanto, por mais craque que ele seja, aposto que desenhar com as duas mãos ao mesmo tempo é algo que ele não pode fazer com uma mão amarrada nas costas.
Fonte: www.clicrbs.com.br

Parte de sobrado que pertencia a tradicional bloco de Carnaval desaba no centro do Rio de Janeiro


Segundo o Corpo de Bombeiros, não há informações de mortos e feridos


Parte de sobrado que pertencia a tradicional bloco de Carnaval desaba no centro do Rio de Janeiro Marcos de Paula/Agência Estado
O prédio localiza-se na Rua do Lavradio, quase na esquina com a Avenida Chile Foto: Marcos de Paula / Agência Estado
Parte de um sobrado de dois andares localizado em uma movimentada região do centro do Rio de Janeiro desabou na manhã desta terça-feira. O prédio pertence ao Cordão do Bola Preta, tradicional bloco de Carnaval da cidade.

Segundo o Corpo de Bombeiros, não há informações de mortos e feridos. O prédio localiza-se na Rua do Lavradio, quase na esquina com a Avenida Chile.


Foto: Celso Pupo, Fotoarena, Agência Estado

Equipes de resgate foram deslocados para o sobrado. Apenas o segundo pavimento do imóvel desabou. O sobrado fica próximo ao prédio da Chefia de Polícia Civil.

— É uma área (do prédio desabado) que não estava sendo usada para nada. A área (da sede atual) está totalemnte intacta e segura. O problema é só no imóvel da esquina —relatou o presidente do Bola Preta, Pedro Ernesto Marinho, em entrevista à Globonews.


Foto: Luiz Roberto Lima, Futura Press, Agência Estado